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quarta-feira, junho 29, 2011

Time de futebol Manchester United contrata Pastor para cuidar da vida sexual dos jogadores


O técnico do Manchester United, Alex Ferguson, contratou um pastor para integrar sua comissão técnica. A finalidade é evitar que os atletas se envolvam em casos extraconjugais, como aconteceu recentemente com Ryan Giggs e Wayne Rooney recentemente.

O pastor batista John Boyers [foto] já trabalha no clube como capelão desde 1992 e agora promoverá aulas de ética sexual.

“Eu faço alguns trabalhos, ensinando-lhes sobre situações que podem ocorrer ao longo da vida e como eles podem lidar com elas. Coisas como amizade, ética sexual, luto, bullying e preconceito, racismo. Tento ajudá-los a se preparar para a vida adulta. Também dou apoio pastoral e trabalho valores espirituais em todo o clube. As pessoas tem que me conhecem e confiam em mim, se abrem e falam comigo sobre suas vidas e problemas. Tivemos muitas situações no futebol que vão desde problemas com drogas a escândalos financeiros e problemas de comportamento que mostram que há um valor real em termos uma capelania.”, explica o pastor.
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Um funcionário do clube acrescentou. “O pastor John é um membro altamente respeitado da equipe e faz o possível para ajudar nossos jogadores mais jovens a seguirem o caminho certo. Lidar com a fama e tudo o que vem com ela não é fácil.”

terça-feira, junho 28, 2011

Uma ponte precária

A história de Alice Payne, com câncer terminal aos 15 anos, nos leva a pensar sobre a brevidade da vida.
“Você só tem uma vida... viva a vida”. Estas palavras são de Alice Payne, uma jovem britânica de 15 anos em estado terminal de câncer. A adolescente “atraiu mais de 230 mil visitantes para o seu blog no qual relata sua busca em conseguir completar uma lista de 17 coisas que pretende fazer antes de morrer”, segundo o Portal G1.com. Alice lançou seu blog no dia 6 de junho de 2011, após ser desenganada pelos médicos. Em sua apresentação no blog, ela diz: “Eu sei que o câncer está me vencendo e não parece que eu vou vencer esta” ... “é uma pena, porque há tanta coisa que eu ainda queria fazer”.
Mesmo perto da morte, as palavras da jovem destilam um desejo intenso pela vida. Avizinhando-se do fim, seu coração ainda pulsa por viver. Nada mais natural, afinal de contas, não fomos feitos para morrer. Este não era o plano original. O Criador não desejava este fim. A morte foi criação nossa, ele apenas consentiu visto não haver outro caminho. Pois, para que fôssemos realmente livres, era necessário existir a possibilidade de escolha.
Deveríamos poder escolher entre amá-lo ou não; obedecê-lo ou não. Infelizmente, fizemos a escolha errada. Morremos. Longe dele, o que nos restou foi a morte. No entanto, como um vírus que se aloja num organismo, o desejo pela vida permaneceu entranhado em nossas almas. Latente, pulsante. Fomos infectados de vida. Este desejo de viver, intrínseco em cada ser humano, é o gene que a humanidade carrega de seu Criador. É o traço herdado de Deus, que persiste em nossa face por sermos criados a sua imagem e semelhança. Para Salomão, isso significava dizer que “Deus colocou o anseio pela eternidade no coração do homem” (Ec 3.11 BV).
A iminência da morte despertou em Alice Payne a sede existencial que reside em cada ser humano. Diante da transitoriedade da vida, aflorou em sua consciência o sentimento de urgência. O que, de fato, deveria ocorrer com cada um de nós. Isso mesmo, pois o exemplo de Alice deveria provocar em nós o mesmo anseio por viver. O mesmo sentimento de urgência. Quem não atina para a brevidade da vida termina a jornada arrependido.
Por isso, Salomão, sem medo de ser rotulado como hedonista, aconselha: “Alegre-se em todos os dias de sua vida” (Ec 11.8 BV). E aos jovens: “Aproveite bem sua mocidade!” (Ec 11.9 BV). A razão de toda esta euforia por viver a vida é a seguinte: nossa jornada existencial é ligeira. Foi isso que Alice percebeu tão precocemente. Em tão tenra idade, ela se lamenta: “há tanta coisa que eu ainda queria fazer”.
A transitoriedade da vida é revelada em toda a Bíblia. É uma verdade exaustivamente ensinada pelas Escrituras. Ao olharmos para a Alice, bem como para as Escrituras, atinamos para a brevidade de nossa existência. Percebemos que ela é passageira. Que os dias passam tão rápidos quanto os momentos bons ao lado de quem se ama. Que os minutos não param e as horas não esperam. Que o tempo não se cansa de correr e que os bons momentos são cruéis e impiedosos, pois não nos possibilitam a chance de vivê-los novamente. Que o tempo é implacável e inegociável, pois com ele, nunca há uma segunda chance. O que se fez se fez, e não há nada que mude isso.
É só olharmos para exemplos como o de Alice para percebemos que a vida é como uma ponte em ruínas, daquelas capazes de suportar apenas mais um caminhante. De maneira que, a cada passo damos à frente, desintegra-se atrás de nós a trilha do antigo andar. Não dá para voltar atrás. Assim é a vida. É o que aprendemos com a Alice.
Aprendemos que, sendo a vida passageira, deve ser aproveitada e desfrutada com intensidade. Ela é preciosa demais para ser desperdiçada. Não devemos gastá-la negligentemente com desejos mesquinhos e realizações egoístas. Lembre-se das palavras de Alice: “Você só tem uma vida!”

Kassio F. P. Lopes é  missionário da IAP em Corumbá (MS).

segunda-feira, junho 20, 2011

[ @soudapromessa ] O pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma


O pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma

Metamorfose

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Rm 12.2.)

O homem foi criado perfeito (Ec 7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. À medida que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo 10.10).

Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.

Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm 3.13).

Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?

Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.

A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo 2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre.  Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.

O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.

O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se.

Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.

Antes que mude o nosso agir, falar, vestir etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.

Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Hb 5.11-14).

A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da Palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.

A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a Palavra de Deus forma em nós a natureza divina (2Pe 1.4).

Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.

Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.

Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:

1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho.

Na parábola do bom samaritano (Lc 10), podemos observar algumas situações ou estágios:
1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.

O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.

Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (1Co 15.45-49).

“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18).

A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar a transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão. Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar. Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou.

Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora. Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar.
Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.

Fonte: Anisio Renato

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Rm 12.2.)

O homem foi criado perfeito (Ec 7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. À medida que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo 10.10).

Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.

Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm 3.13).

Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?

Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.

A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo 2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre.  Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.

O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.

O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se.

Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.

Antes que mude o nosso agir, falar, vestir etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.

Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Hb 5.11-14).

A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da Palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.

A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a Palavra de Deus forma em nós a natureza divina (2Pe 1.4).

Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.

Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.

Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:

1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho.

Na parábola do bom samaritano (Lc 10), podemos observar algumas situações ou estágios:
1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.

O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.

Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (1Co 15.45-49).

“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18).

A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar a transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão. Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar. Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou.

Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora. Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar.
Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.

Fonte: Anisio Renato